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Pelo menos um cabo de cobre do metrô do Recife é roubado por dia

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Infelizmente virou rotina o Roubo do cabo de Cobre do Metrô do Recife.
Foram roubados 71 cabos da rede elétrica de acordo com o Metrorec.
Retirando os cabos, a corrente de tração dos motores dos trens deixa de circular,causando transtorno operacional nas viagens.

A Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) alerta também para o risco de choque elétrico que corre quem tenta roubar os cabos. “Outro problema que ressaltamos é o de risco iminente de acidente para os usuários do sistema, no caso de estes cabos serem roubados durante o horário comercial, e os trens cheguem a entrar na região atingida”, afirma a instituição em nota.

Os usuarios também correm riscos, principalmente em casos em que o trem fica parado entre uma estação e outra, os usuarios perdem a paciência para esperar tudo se normalizar e descem da composição para seguir viagem a pé por entre os trilhos.  Nesse momento, os transeuntes podem receber uma descarga elétrica, já que o trem está com sua estrutura “energizada” pela falta dos cabos de retorno.

“É importante que a sociedade se conscientize do problema e denuncie casos suspeitos, incluindo os “compradores” desse material furtado, pois esses furtos geram enormes transtornos. Além de colocar em risco aquele que pratica o furto, bem como os usuários do sistema, pode também causar danos irreparáveis”, acrescenta a nota. A CBTU ressalta também que as paralisações provocadas pelos furtos de cabos geram revolta nos usuários do sistema, que em alguns casos cometem atos de vandalismo contra trens e estações.

Ainda de acordo com a companhia, foram gastos R$ 90 mil de janeiro a agosto deste ano em compra de cabos e conectores de alta tensão e R$ 50 mil em mão de obra para reparo dos cabos.

Os roubos dos cabos em sua maioria, sao registrados na Delegacia de Jardim São paulo.  O Metrô do Recife também possui um canal para denúncias em que não é preciso se identificar. O número é 3455-4566.

Ajude-nos a achar quem está por trás disso, denunciando pelo telefone.
precisamos ficar ciente e se souberem de algum suspeito, colaborem.

Não é a primeira vez que isso vem acontecendo,como muitos já sabem, como fazem esses roubos sem serem vistos é o que me preocupa. Não é possível que ninguém saiba quem é que faz esses furtos para imediatamente tomarem uma providência, Por acontecer tanto esses roubos, a polícia já deviam estar investigado o caso. claro, não causa tanto transtorno não é?



Fonte:FolhaPE

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Falta de Segurança nas estações

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Cinco pessoas foram atingidas por disparo acidental de uma espingarda calibre 12 na estação de metrô do Recife, no horário de pico,é um risco enorme que vem tendo sobre ter Caixas eletrônicos nas estações de metrô, onde o trafego de usuários é constante. Infelizmente o Abastecimento de dinheiro nos caixas tem sido feito a qualquer hora, causando grandes riscos aos passageiros, foi o que aconteceu dia 02 de Abril na estação central, causando pânico aos usuários.
A CBTU ao permitir a instalação, uso e abastecimento desses equipamentos a qualquer hora assume os riscos e expõe usuários e funcionários todos os dias. até quando irão tomar providências?
Mudar o horário de abastecimento facilitaria,será que deve ter uma morte para que isso mude?
A CBTU diz resolver esse problema, mas até agora, continuo observando as mesmas situações. Nenhuma das 5 vitímas estão em risco grave.

Foto: Sindmetrô

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Metrô do Recife/Greve e Reivindicações do sindicato

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Ocorreu a Greve dos metroviários dia 21 e planejam fazer novamente a parada Dia 1 de Março por tempo indeterminado. Por que isso está ocorrendo? vamos entender..

Os trabalhadores e usuários do metrô do Recife vem enfrentando grandes desavenças. Diante da negativa posição da CBTU, o sindicato dos metroviários planejaram fazer uma paralisação na sexta-feira passada(21). Querem que a própria CBTU revisem o plano de emprego e salários, além da grande falta de segurança que é um problema grave para todos.

O Metroviários vão se reunir novamente em assembleia que está prevista para o dia 27 de fevereiro.
isso tudo está acontecendo por conta da quebra do acordo por parte da empresa, que não atendem a nenhuma das reivindicações da categoria e da sua AUSÊNCIA (CBTU/METROREC) na mesa de negociação.

Os transtornos do dia a dia dos usuários e trabalhadores estão piorando. Recentemente houve em um vagão da linha centro arrastão (furto) de todos os usuários que estavam naquele vagão e eles simplesmente se calaram diante dos fatos. Já perto do Carnaval a situação só tende a piorar.

Por parte de mentiras o Metrô do Recife que diz planejar contratar mais agentes de segurança, a direção diz que proposta reivindicada pelos metroviários está em estudo.
será mesmo? não é a primeira vez que os metroviários pedem segurança para evitar que milhares de usuários sejam prejudicados, mas como todos já sabem, nada feito.

A paralisação de sexta-feira prejudicou cerca de 400 mil pessoas que dependem do metrô. Mas se for repensar, a muito tempo as pessoas estão sendo prejudicadas com ou sem o metrô em funcionamento. Apenas querem que a população bata de frente e enxergue o caos do dia a dia das estações pela falta de investimentos e principalmente pela falta de segurança. Paralisar por 24hrs não foi nada comparado com
o dia a dia dos usuários.

Metroviários entregam comunicado à CBTU sobre greve da categoria. Fiquem de olho, os metroviários  vão cruzar os braços por tempo indeterminado. O Sindicato dos Metroviários de Pernambuco protocolou, no final da tarde da segunda-feira (24), um documento oficial dirigido à superintendência da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) comunicando a realização da greve a partir do próximo sábado (1º).












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Chegar à Arena será um desafio para Turistas

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Como vão encarar a Capital Pernambucana?

Falta de sinalização adequada e informações contraditórias. Irão sentir na pele o que milhares de trabalhadores sofrem todos os dias e sofrerão na Copa do Mundo. nas 29 estações que passam diariamente 350mil usuários. Destino? A Arena, bom, pelo menos vão tentar chegar lá. Parece ser fácil, olhando o Mapa, o trajeto é cumprido em uma linha reta,sem ter muitas trocas de trens.

Engano. Constamos é de que não há balcões de informação, que na maioria das vezes, a orientação do destino fica para o pessoal da limpeza e seguranças. Fala inglês? claro que não, pois não estão preparados para isso,Trens sem Ar condicionado, peraí, cadê os trens confortáveis?, isso mesmo, vão estar na super lotação e com calor, além de ficarem em pé.

Após chegarem a estação Cosme e Damião será um grande labirinto de informações. Primeiro que não há informações, qualquer indicação de que a Arena realmente é naquela região, é como se a obra de R$532 milhões não existisse. Os ônibus que seriam outro ponto de embarque e desembarque para arena,confortáveis, não está pronto. Lembrando que vão se decepcionar com a demora dos ônibus.

Tudo que aparenta ser tão bonito, lá fora, aos olhos dos estrangeiros, o nosso Brasil será lembrado. Se o transporte público se sobrecarrega, imagine com visitantes? as falhas e panes, serão constantes, mais o pior é a falta de informação, será que vai dar tempo de preparar pessoas para orientar até lá?





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Sistemas de metrô

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 Em alguns sistemas de metrô, os próprios trens, conhecidos como material circulante, são extremamente complexos. O metrô de Copenhague, Dinamarca, atualmente em construção, usa trens completamente computadorizados, sem maquinistas. A atualização em andamento no metrô da cidade de Nova York substituirá seus antigos vagões por carros automatizados, cada um deles com múltiplos sistemas de computador. Esses sistemas controlarão tudo, desde as luzes internas até a navegação. Os trens até mesmo terão a capacidade de usar o calor dos freios para gerar energia. Em tais sistemas automatizados, uma coleção de sensores detecta as localizações dos trens em relação um ao outro. Os programas de computador controlam onde todos os trens estão, reduzindo a possibilidade de erro humano e aperfeiçoando a eficiência geral do sistema.

Geralmente, metrôs automatizados também incluem sistemas de vigilância, como circuito de TV fechado, para permitir às pessoas monitorar o progresso dos trens e a segurança a partir de uma sala de controle. Sistemas de rádio de duas vias que permite aos passageiros falar com funcionários na sala de controle ou pedir ajuda em caso de emergência. Sensores também detectam objetos próximos do trem ou nas portas; assim, as pessoas não são presas entre as portas e não se machucam tentando entrar no trem antes que ele parta.

Sistemas de metrô que não usam trens automatizados têm uma ampla coleção de placas e sinais que ajudam os maquinistas a operar os trens com segurança. As placas marcam tudo, desde limites de velocidade até localizações dos extintores de incêndio. Os sinais geralmente usam luzes coloridas para permitir aos maquinistas saber onde parar, se o trilho a sua frente está ocupado e quando proceder com cuidado. Sensores infravermelhos, placas de capacitância e curto-circuitos criados pelas rodas dos vagões podem permitir a um sinal saber quando um trem está presente. Esse sinal pode se comunicar com sinais adjacentes, garantindo que dois trens não tentem ocupar a mesma seção de trilho ao mesmo tempo.

Alguns sinais também usam mecanismos físicos para garantir que os maquinistas os obedeçam. Por exemplo, alguns sinais podem ativar fisicamente um freio de emergência em um trem do metrô se o maquinista passar por um sinal de parada. Nos túneis originais do metrô da cidade de Nova York, os maquinistas tinham de usar uma chave para zerar os sinais de parada antes que pudessem prosseguir. O termo chaveamento, ainda usado em algumas situações de sinalização, é oriundo desse procedimento.

Alguns dos primeiros metrôs usavam motores a vapor, mas na maioria dos metrôs existentes, os trens, luzes de túnel e equipamento de estação são operados por meio de eletricidade. Cabos aéreos ou um trilho eletrificado conhecido como terceiro trilho fornecem energia aos trens. O terceiro trilho se posiciona fora ou entre os trilhos do metrô, e uma roda, escova ou sapata deslizante transporta a energia do trilho para o motor elétrico do trem. No sistema de metrô da cidade de Nova York, o terceiro trilho transporta 625 volts de eletricidade, e as linhas originais precisavam de sua própria usina de força para operar. Uma série de cabos e subestações transportava a eletricidade de uma usina de força para o terceiro trilho.

A energia elétrica também controla o sistema de ventilação do metrô. Muitos sistemas de metrô incluem numerosas seções de trilhos e entradas de estações acima do solo, expostas ao ar. A circulação de ar natural dessas fontes não é, porém, suficiente para manter o ar dos túneis respirável. Os metrôs têm uma extensa série de ventiladores e passagens de ar que circulam ar fresco. A quantidade de circulação requerida é imensa: o sistema de ventilação planejado para ser incluído na atualização do metrô da cidade de Nova York moverá 168 mil metros cúbicos de ar fresco a cada minuto.

Todos esses sistemas acrescentam muitas peças móveis, muitas delas subterrâneas e relativamente inacessíveis. Na próxima seção, exploraremos o que é necessário para realizar a manutenção de um metrô e mantê-lo operando.

#Pernambucotremjeito #metrô

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Notícias da Hora

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Espanha proibirá uso de celulares por maquinistas:
A Espanha proibirá o uso de telefones celulares por maquinistas durante viagens de trem. A medida é uma resposta ao descarrilamento de um trem de alta velocidade no qual 79 pessoas morreram em Santiago de Compostela em 24 de julho. Será aberta exceção apenas para casos de emergência.

O anúncio foi feito nesta terça-feira por Ana Pastor, ministra de Fomento da Espanha. Ainda segundo ela, o governo pretende instalar "caixas-pretas" similares às usadas em aviões para ter um panorama mais completo em futuros incidentes ocorridos em viagens de trem.

Em depoimento a investigadores, o maquinista do trem acidentado em julho admitiu que viajava muito acima da velocidade recomendada para o trecho e que conversava com um colega ao telefone momentos antes da tragédia. Ele deve ser indiciado formalmente por homicídio múltiplo por negligência.

CBTU Recife compra Monovia:
 A Superintência de Regional de Trens Urbanos do Recife (CBTU Recife) comprou da GCX Comércio e Equipamentos uma monovia, um equipamento para deslocamento e içamento de peças e equipamentos de trens, um tipo de ponte rolante.

A homologação da compra foi publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (03/12). O valor do equipamento foi R$ 271,5 mil.
 

 

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Metrofor

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A presidente Dilma Rousseff (PT) fará nova visita ao Ceará na próxima sexta-feira, 22. Em sua quarta visita ao Estado, neste ano, Dilma assinará a ordem de serviço da Linha Leste do Projeto Metrofor, ao lado do governador Cid Gomes (Pros). Também está previsto o anúncio de recursos do PAC. A confirmação foi dada nesta quarta-feira, 20, pelo secretário nacional de Gestão e Participação Popular do Ministério da Saúde, Odorico Monteiro.

O desembarque da presidente está previsto para as 11 horas (horário de Brasília), na Base Aérea de Fortaleza, de onde deverá seguir para o trecho do Metrofor, na área do Centro, próximo à avenida do Imperador. O novo trecho será totalmente subterrâneo e ligará o Centro ao Fórum Clóvis Beviláqua.

Projetado ainda na década de 1980, mas com obras iniciadas apenas em janeiro de 1999, o Metrô de Fortaleza (Metrofor) - Linha Sul -, prepara-se para entrar em operação comercialmente a partir de janeiro de 2014.  

Mas só 14 anos depois o metrô de Fortaleza terá uma linha funcionando plenamente. A operação comercial da Linha Sul começa em janeiro de 2014 segundo o presidente do Metrofor, Rômulo Fortes. São esperados 350 mil pessoas por dia, com tarifa ainda estimada em R$ 2,20 e horário de funcionamento entre 5h e 23h. 

O trajeto começa no Centro de Fortaleza e segue até a cidade de Pacatuba, passando pelos bairros Benfica, Antônio Bezerra, Parangaba e pelo município de Maracanaú. Sempre a 60 km/h, serão necessários 35 minutos para um passageiro fazer todo o percurso. Com as estações finais inauguradas em no último mês de julho pela presidente Dilma Rousseff, a obra requereu investimento de R$ 1,4 bilhão.

Em uma frase, Fortes explica a demora na entrega e os muitos anos de construção: “faltaram recursos”. De 1999 a 2002 as obras foram tocadas em um ritmo bem diferente de quando foi pensada. Já em 2002 cessaram os repasses de recursos federais, a obra praticamente parou.

“Os recursos repassados ao longo dos anos não foram significativos, e apenas serviram para manter os canteiros e a segurança da obra. O momento econômico do País era outro. Acreditamos que as novas linhas a serem iniciadas, não terão os problemas de recursos estaduais e federais que a linha Sul enfrentou”, afirma Fortes. Já os 18 meses de operação assistida - com funcionamento de três horas por dia e bilhete gratuito - ele diz que é necessária completa segurança técnica antes de começar a operação. Depois de iniciada, o metrô não poderá parar por mais de seis horas ao dia.

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Cantada ou Assédio no metrô?

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O comentário que o homem faz a uma mulher desconhecida na rua... Isso é brincadeira, grosseria ou assédio sexual? Qual é o limite entre a cantada tolerável e a ofensa?
Pesquisa divulgada na semana passada revela que grande parte das mulheres já sofreu algum tipo de assédio verbal nas ruas, nos ônibus ou metrô - e se sente desconfortável com isso.

Movimentos feministas e especialistas na questão do gênero qualificam as cantadas como um tipo de violência contra a mulher, ao mesmo tempo que são rebatidos por setores que alertam para o perigo da criação de uma espécie de cartilha feminista, que passaria a reger novas formas, mais duras, de relações sociais.Uma pesquisa online feita pela jornalista Karin Hueck revelou que 99,6% das 7.762 mulheres que participaram do questionário já sofreram algum tipo de assédio sexual ou verbal enquanto estavam na rua, no transporte público, no trabalho e na balada.
“Linda”, “Gostosa” e “Delícia” são algumas das exclamações mais listadas pelas participantes. Destas, 83% diz não considerar as cantadas como algo positivo, e 90% declarou já ter trocado de roupa com medo do assédio que poderia sofrer ao sair de casa.

“Essas cantadas configuram assédio moral e sexual, na medida em que há um constrangimento das mulheres que, ao andarem nas ruas, têm de ouvir o que não querem. A questão que tem de ser feita é se ela quer passar por este constrangimento. É uma violência achar normal assobiar e dizer 'gostosa', sem considerar a vontade e o desejo dela”, afirma a secretária nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres da Secretaria de Políticas para as Mulheres do governo federal, Aparecida Gonçalves.Ela lembra que o direito de ir e vir, garantido constitucionalmente, é ferido a partir do momento em que as mulheres sentem medo ao circular por espaços públicos.

“Se não houvesse medo, se a mulher não se sentisse envergonhada e constrangida ao passar por estas situações, não haveria problema nenhum. Mas estas cantadas são elementos que fazem parte de uma cultura machista, de achar que pode assobiar quando vê uma mulher gostosa, de colocar a mulher como objeto passivo de desejo do homem.”“Acho que não cabe à gente este papel, a questão é gerar o debate. A pesquisa retratou a voz de oito mil mulheres. O resultado é significativo porque são milhares de mulheres falando em medo, não em elogio. É importante que esse debate gere o entendimento de que a relação entre homens e mulheres deve estar pautada pelo respeito, pela autonomia, pela liberdade dessas mulheres de andarem na rua da forma como quiserem.”

A acusação do surgimento de uma “patrulha feminista” surgiu como uma forma de reação ao debate, a partir da repercussão da pesquisa. Para Thandara, o debate e a reivindicação por relações mais igualitárias nos espaços públicos é um movimento natural de resposta às violações contra as mulheres.

“Se existe violência é óbvio que vai haver uma patrulha, isso é histórico e é óbvio que vai haver em relação a todas as violências que se cometem contra as mulheres. E este tipo de assédio na rua entendemos como como violência.” Fonte:RedeBrasil


Muitas Mulheres da Região do Recife sofrem com esse tipo de cantada, com base nisso, o Metrô do Recife poderá ganhar vagões exclusivos para mulheres em breve. A ideia é do deputado estadual Eduardo Porto (PSDB) e está sendo analisada pela Comissão de Justiça da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe).

Se o projeto de lei for aprovado, cada trem terá que disponibilizar um vagão apenas para o público feminino durante os horários de pico: das 6h às 9h e das 17h às 20h.

Segundo o deputado Eduardo Porto, relator do projeto, a mudança pretende evitar o abuso moral e sexual das passageiras dentro do sistema de transporte ferroviário. "Muitas mulheres me procuraram para dizer que eram assediadas no metrô, porque alguns homens se aproveitavam dos vagões lotados para constrangê-las", explicou.No Recife, o plano é que o "vagão rosa" funcione apenas nos horários de pico dos dias úteis.

 Nos sábados, domingos e feriados e no restante do dia, todos os vagões seriam de uso misto. "As empresas poderão definir como isso será feito e qual vagão será destinado às mulheres. Mas esses departamentos terão placas de aviso e a polícia ferroviária pode ajudar a impedir a entrada dos homens", explicou Porto.

DESIGUAL - O Instituto SOS Corpo, tradicional movimento feminista do Estado, também não aprovou a ideia. Para o órgão, a medida não contribui para tratamento igualitário entre homens e mulheres. "Esse projeto parte do pressuposto de que as mulheres são culpadas pela violência que sofrem e que basta retirá-las de circulação que os homens deixarão de ser assediadores. Para que o Recife deixe de ser uma cidade violenta para as mulheres, deve-se investir mais em educação e menos em segregação", declarou em nota o SOS Corpo. Segundo o instituto, 28 mulheres foram estupradas nos veículos de transporte coletivo do Recife entre 1998 e 2012.

A assessoria de comunicação da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), que opera o metrô do Recife, informou ainda não ter nada a declarar sobre a proposta. A companhia disse que vai estudar o projeto e discuti-lo na Alepe para analisar sua viabilidade.














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Locomoção, Um direito?

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A maioria das Grandes cidades do Brasil e inclusive aqui em Recife, é priorizado dentro do seu espaço urbano a Mobilidade através de veículos motorizados. Sabendo que causa grande impacto ao meio ambiente e são responsáveis por morte de milhões de pessoas por doenças provocadas pela poluição do ar.
Para se inverter é preciso implantar com extrema importância políticas de mobilidade urbana, como todos sabem, o VLT que poderia ser implantado na cidade do Recife, polui menos e tem um grande conforto e segurança para a comunidade.
Aproveitando a visibilidade da oitava semana nacional de luta por transporte público de qualidade, durante as manifestações, podemos observar que o foco maior das pessoas é a mobilidade, todos procuram por um transporte público de qualidade e que dê mais segurança para todos e com preços baixos.
As Passagens de ônibus aumentam e a qualidade do transporte diminui. Gente de Poder defendem o seccionamento de linha para terminais, que levarão as pessoas para o centro, dizendo que otimizará o sistema, diminuirá os custos e transportará as pessoas mais rápido, será que funciona mesmo?
Os usuários sentem exatamente o contrário, o tempo de descolamento aumenta, os ônibus ficam cada vez mais lotados e as filas aumentam. Isso ocorre porque o seccionamento das linhas concentra a demanda de vários bairros diferentes em um único local, levando milhares de pessoas para um único caminho. O que antes estava espalhado agora sobrecarrega um único equipamento que não tem infraestrutura adequada para receber essas pessoas (ônibus).
O BRT foi a proposta do governo e ainda não está finalizada, que pelo visto, falta bastante tempo para o término. VLT é caro sim, mais funciona e poderia ser o bem maior para todos que sofrem diariamente com a super lotação e falta de segurança nos ônibus. 
as empresas evitam apoiar o projeto do VLT e daqui pra frente, com a abertura de outros pontos de TI por todos os bairros, a demanda crescerá e os problemas só tendem a aumentar. ônibus que leva muita gente de bairros diferentes para o mesmo local,aumentando a demanda e sobrecarregando as estações.
Deverão procurar meios rápidos e práticos para acabar com os problemas dos usuários.
até quando isso?

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Segundo Encontro Internacional de Trabalhadores do Metrô

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Nos Dias 18 e 19 De outubro, realizou-se o 2º Encontro Internacional de Trabalhadores do Metrô. junto com a Associação de Metroviários e Premetro em conjunto com a Federação dos Trabalhadores dos Transportes na América Latina e no Caribe (FUTAC) e Sindicatos internacionais de transporte (TUI Transportes) da Federação de Sindicatos ( FSM ), encontro realizado na Argentina cujo tema foi
"100 Anos de metrô em Buenos Aires . Perspectivas de transporte público na região e o papel dos trabalhadores "
. Os metroviários celetistas Wagner Fajardo Pereira, secretário-geral da UIS-Transporte, e Salaciel Vilela, secretário de Finanças da Federação Nacional dos Metroviários (Fenametro) participam do evento.

A atividade é a oportunidade de promover uma troca de experiências;  "Conhecermos outras realidades é fundamental para evoluirmos, tanto no que diz respeito ao sistema como um todo quanto aos problemas enfrentados pelos trabalhadores, que envolvem a terceirização, privatização, condições de trabalho, entre outros", destacou Wagner Fajardo.

Alguns tópicos de grande importância pro nosso estado foram abordados, como problemas no transporte urbano da região, sobre a Terceirização e privatização dos transportes públicos, em que víamos lutando contra, entre outros tópicos citados abaixo, alguns de nossos representantes que são filiados a UST foram a este evento, um deles foi, o Presidente do Sindicato de Metroviários de recife Diogo Morais, na reunião foram discutidas:

1.       Crise capitalista e os transportes públicos

2.        Problemas de transporte urbano regional

3.        A indústria de transporte na região

4.         Estratégias de luta sindical no transporte público

5.        Subsídios e privatização dos transportes públicos

6.        Direitos Humanos e sindicalismo

7.         Regime de trabalho e insalubridade

8.        Terceirização e precarização na indústria

9.        Integração e solidariedade sindical





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