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Trilhos serão o caminho

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Foto:  Arte: O Dia


Trilhos serão o caminho a seguir para próximo governo.
Segundo alguns especialistas, prioridade deve ser continuar a expansão do Metrô e a melhoria dos trens.

Apesar de estarem longe do ideal, os transportes de massa que são concessões estaduais/Federais como trens e metrô. voltaram a receber investimentos.

Os problemas que enfrentamos todo dia nas áreas de Segurança, Transportes e saúde, especialistas apontam que a continuidade da expansão da rede de metrô e a melhoria dos serviços dos trens devem ser prioridades para os próximos anos.

Alguns estados recebem propostas de trens de SuperVia, que para eles é a chave para elevar o patamar da mobilidade.
“O período de 2000 a 2010 foi de muita dificuldade. Os trens chegaram a ter 35 anos de idade média, quando a vida útil do veículo é de 20 a 30 anos. Acho que a virada na qualidade dos serviços está acontecendo agora. Em 2016, a frota terá idade média de 15 anos”, afirma Carlos José Cunha, presidente da SuperVia.

Lembrando que as reformas das estações já estão previstas nos investimentos planejados até 2020 (R$ 2,1 bilhões da concessionária e R$ 1,2 bilhão do governo estadual), assim como a modernização do sistema de controle, que está sendo implementada, e a compra dos trens (já feita). Entretanto, o programa ‘Segurança da Via’, que prevê a eliminação de 40 cruzamentos oficiais e 150 irregulares, com a construção de muros e viadutos, depende de recursos do próximo governo.
Fonte: O Dia/Rio


Em Recife a CBTU comprou novos trens da CAF que inicialmente funcionaram na Linha Sul do Metrô, mas atualmente em funcionamento na linha Centro. Reduziu de 10 para 8 minutos de intervalos entre as viagens, diminuindo o transtorno dos usuários.

O inventimento desses trens foi cerca de R$ 196 Milhões. Fabricado pela empresa espanhola Construcciones y Auxiliar de Ferrocarriles (CAF), em Hortolândia, São Paulo, o modelo tem 96 metros de extensão e capacidade para transportar 1,3 mil pessoas.

A inauguração dos outros terminais aumentará em cerca de 100 mil o número de usuários do sistema por dia, segundo o Grande Recife Consórcio de Transportes.

Para muitos a expansão do Metrô e VLT vai facilitar a vida dos usuários que utilizam o sistema diariamente. o BRT ainda não sustenta a demanda de passageiros, ocorrendo vários transtornos na região. Muitos apoiam a expansão do VLT nas ruas de Recife, você também concorda?



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o Veículo Leve sobre Trilhos Bilionário de Goiânia substituirá o BRT

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Parceria-Publico-Privada que custará ao poder público de Goias e iniciativa privada r$1,3 bi, o veiculo Leve sobre Trilhos, a ser construído em 24 meses, na Avenida Anhanguera  entre o Jardim Novo Mundo e o Terminal Padre Pelágio, pagará as 187 desapropriações de imóveis em dinheiro, ao preço de mercado. É o que garante ao Diário da Manhã o economista Ricardo Jayme, 47 anos de idade, presidente do Grupo Executivo de Implantação do VLT em Goiânia.

A ordem do serviço que pode ser assinada em janeiro de 2015, requer o cumprimento de alguns requisitos. primeiro é a desapropriação de apenas 187 de um total de cinto mil imoveis que é em volta de toda a região. a obra terá uma extensão de 13,6 km,serão instalados cinco terminais de embarque e 12 estações, estes últimos terminais de alimentação para os ônibus. O projeto é integrado ao sistema de transporte metropolitano.

As licenças ambientais da obra já foram obtidas, expedidas em janeiro de 2014, pela Agência Municipal de Meio Ambiente (Amma). A licença de instalação dos canteiros de obras foram protocolados em agosto.
A terceira exigência para a execução do moderno projeto do VLT é a garantia financeira, O projeto é uma parceria-público e privada, explica Ricardo Jayme. Os recursos são oriundos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), de R$ 205 milhões, da União, além de R$ 600 milhões do Estado de Goiás e R$ 500 milhões da iniciativa privada, a Concessionária Mobilidade Anhanguera, um consórcio formado entre a Odebrecht e a Sitpar (Empresas de ônibus de Goiânia).

A preocupação do governo do Estado é fazer a obra com o mínimo de impacto possível com a população, os comerciantes, a vizinhança e o trânsito.

Preto no branco: o Veículo Leve sobre Trilhos de Goiânia substituirá o BRT (Bus RapidTransport), atual modelo da Avenida Anhanguera, com 12 estações, cinco terminais de integração com ônibus, frota de 30 trens, todos com ar-condicionado, nível de solo para facilitar o embarque de portadores de necessidades especiais, idosos e crianças, assim como terá um baixo nível de ruído. “Não é poluente, é rápido, transportará 600 passageiros por trem ao preço da tarifa atual do eixo: R$ 1,40”Por dia, 240 mil.

O projeto do VLT trará um novo paisagismo para a Avenida Anhanguera, conta, bem-humorado, Ricardo Jayme. “Hoje decadente, principalmente na região de Campinas”, dispara. Mais: a obra prevê calçadas padronizadas em todo o trecho, faixa de veículos reformadas, lixeiras e bancos. “Oito praças serão recuperadas e todo o eixo onde irá transitar o VLT vai ser gramado visando, além do novo paisagismo, a redução das ilhas de calor”, confidencia ele, animado.

O trecho será todo drenado. Para que não ocorra alagamentos, sobretudo na área próxima ao Lago das Rosas.

O VLT carregará 600 pessoas por viagem. O que corresponde a oito ônibus comuns. Detalhe: com uma capacidade de 300 carros. Ele é projetado para seis passageiros por metro quadrado (M2). Ricardo Jayme faz o contraponto e revela que o metrô de São Paulo (SP) carrega até 14 pessoas por metro quadrado. O conforto, em Goiânia, será muito maior, insiste. O VLT é um dos veículos de transporte mais utilizados no mundo, hoje, em cidades do porte de Goiânia, fuzila.

No Brasil

No Brasil, o VLT está sendo implantado no Rio de Janeiro, em Santos (SP) e Cuiabá (MT).
“Trata-se de um sistema moderno, confiável, confortável e pontual”, afirma. Ele lembra que nos horários de pico o intervalo entre os trens será de apenas três minutos. “Um diferencial na cidade de Goiânia e na Região Metropolitana, onde já se vê, a partir de sábado, a extensão do Eixo Anhanguera para os municípios de Trindade, Senador Canedo e Goianira, política adotada pela Metrobus, que é a empresa que opera o eixo na Capital”, analisa o gestor da obra.

A estratégia é oferecer um transporte público de massas de qualidade. Com isso, evitar a circulação de mais veículos nas ruas e melhorar a mobilidade urbana.
Com o projeto do VLT nas mãos, o executivo Ricardo Jayme informa ao Diário da Manhã que a obra foi planejada para ser executada por etapas. “O Plano de Ataque, início das obras, será no Jardim Novo Mundo, onde se concentrará a oficina, o centro operacional, o pátio e a sede da concessionária. Ele será no sentido Praça A. Progressivamente”, observa. Já a segunda frente de trabalho irá da Praça A ao Terminal do Padre Pelágio, frisa.

Onde serão construídos, modularmente, quarteirão por quarteirão. Fecha-se um quarteirão e executa-se a obra e assim por diante...
A obra do VLT em Goiânia foi planejada para não impedir, em momento algum,o acesso dos clientes às lojas, garante.  O VLT vai virar um passeio turístico na Capital, comemora. Trata-se de uma mudança cultural, de conceitos, no transporte, avalia. Segundo ele, haverá também uma ciclovia no trecho. Os terminais, como na Europa, terão bicicletários, adianta. Além disso, o projeto prevê a criação de bolsões de estacionamento para veículos.

Para que o usuário deixe seu carro no local, use o VLT, resolva as suas atividades, volte ao bolsão e não congestione o trânsito mais ainda.
24 meses

O presidente do Grupo Executivo de Implantação do VLT em Goiânia, Ricardo Jayme, informa que, no auge da obra, 2.500 empregos diretos serão gerados, além de mais 600 na operação do sistema. O projeto prevê um prazo de 24 meses para a sua execução. Registro: os trens serão 100% de fabricação nacional. A estimativa para a assinatura da ordem de serviço é de janeiro de 2015.


Entenda o que é o VLT
VLT – É o Veículo Leve sobre Trilhos. 
Extensão – 13,6 quilômetros na Avenida Anhanguera
Meio ambiente – Não polui, baixo nível de ruído e vegetação ao longo da via
Números – Cada VLT pode retirar oito ônibus ou 300 carros das ruas.
Concessão- Parceria-Público-Privada
Duração: 35 anos (Dois anos de obras e 33 anos de operação)
Investimentos – Público: R$ 800 milhões. Privado: R$ 500 milhões. Total: R$ 1,3 bi
Benefícios: 2.500 empregos diretos na obra e 600 na operação.
Revitalização: A avenida será repaginada, novo paisagismo, oito novas praças recuperadas, sistema de drenagem, calçadas padronizadas, faixas de veículos reformadas, bancos remodelados
Acessibilidade: conforto, confiança, segurança e pontualidade.

Fonte:dm

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Notícias da Hora

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Espanha proibirá uso de celulares por maquinistas:
A Espanha proibirá o uso de telefones celulares por maquinistas durante viagens de trem. A medida é uma resposta ao descarrilamento de um trem de alta velocidade no qual 79 pessoas morreram em Santiago de Compostela em 24 de julho. Será aberta exceção apenas para casos de emergência.

O anúncio foi feito nesta terça-feira por Ana Pastor, ministra de Fomento da Espanha. Ainda segundo ela, o governo pretende instalar "caixas-pretas" similares às usadas em aviões para ter um panorama mais completo em futuros incidentes ocorridos em viagens de trem.

Em depoimento a investigadores, o maquinista do trem acidentado em julho admitiu que viajava muito acima da velocidade recomendada para o trecho e que conversava com um colega ao telefone momentos antes da tragédia. Ele deve ser indiciado formalmente por homicídio múltiplo por negligência.

CBTU Recife compra Monovia:
 A Superintência de Regional de Trens Urbanos do Recife (CBTU Recife) comprou da GCX Comércio e Equipamentos uma monovia, um equipamento para deslocamento e içamento de peças e equipamentos de trens, um tipo de ponte rolante.

A homologação da compra foi publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (03/12). O valor do equipamento foi R$ 271,5 mil.
 

 

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Locomoção, Um direito?

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A maioria das Grandes cidades do Brasil e inclusive aqui em Recife, é priorizado dentro do seu espaço urbano a Mobilidade através de veículos motorizados. Sabendo que causa grande impacto ao meio ambiente e são responsáveis por morte de milhões de pessoas por doenças provocadas pela poluição do ar.
Para se inverter é preciso implantar com extrema importância políticas de mobilidade urbana, como todos sabem, o VLT que poderia ser implantado na cidade do Recife, polui menos e tem um grande conforto e segurança para a comunidade.
Aproveitando a visibilidade da oitava semana nacional de luta por transporte público de qualidade, durante as manifestações, podemos observar que o foco maior das pessoas é a mobilidade, todos procuram por um transporte público de qualidade e que dê mais segurança para todos e com preços baixos.
As Passagens de ônibus aumentam e a qualidade do transporte diminui. Gente de Poder defendem o seccionamento de linha para terminais, que levarão as pessoas para o centro, dizendo que otimizará o sistema, diminuirá os custos e transportará as pessoas mais rápido, será que funciona mesmo?
Os usuários sentem exatamente o contrário, o tempo de descolamento aumenta, os ônibus ficam cada vez mais lotados e as filas aumentam. Isso ocorre porque o seccionamento das linhas concentra a demanda de vários bairros diferentes em um único local, levando milhares de pessoas para um único caminho. O que antes estava espalhado agora sobrecarrega um único equipamento que não tem infraestrutura adequada para receber essas pessoas (ônibus).
O BRT foi a proposta do governo e ainda não está finalizada, que pelo visto, falta bastante tempo para o término. VLT é caro sim, mais funciona e poderia ser o bem maior para todos que sofrem diariamente com a super lotação e falta de segurança nos ônibus. 
as empresas evitam apoiar o projeto do VLT e daqui pra frente, com a abertura de outros pontos de TI por todos os bairros, a demanda crescerá e os problemas só tendem a aumentar. ônibus que leva muita gente de bairros diferentes para o mesmo local,aumentando a demanda e sobrecarregando as estações.
Deverão procurar meios rápidos e práticos para acabar com os problemas dos usuários.
até quando isso?

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BRT OU VLT? Eis a questão.

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Com todo o Caos que os usuários do transporte público vem enfrentando, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos e o prefeito do Recife, Geraldo Julio, andaram se reunindo com os ministros das Cidades Aguinaldo Ribeiro e do Planejamento, Miriam Belchior para apresentar os projetos locais, já que a Presidente Dilma Rousseff ofereceu R$ 50 Bilhões para investimentos em mobilidade que começou a provocar uma grande correria dos gestores públicos à Brasília por uma fatia dos recursos.

Eduardo Campos e Geraldo Julio apresentaram um grande Modal com grande capacidade para a avenida Norte, desenhado inicialmente um corredor de BRT (Bus Rapid Transit), sigla inglesa para o transporte rápido por ônibus que tem a proposta de mudar para o monotrilho ou metrô.


O projeto do metrô para a Avenida Norte teria 10Km de extensão e o custo estimado é de R$ 4,1 Bilhões.
Já o monotrilho custaria R$ 2,1 bilhões. O prefeito levou dois projetos de VLT ( Veículo leve sobre trilho) para o Recife. Uma linha circular com 8,6 km para o Centro e outra do Aeroporto, passando pela Avenida Conselheiro Aguiar até o Centro do Recife com 9km de extensão. Cada uma a um custo de R$1,1 bilhão. 


O prefeito também pediu recursos para a implantação de 4 corredores preferenciais para os ônibus do modelo BRT para as avenidas: Abdias de Carvalho, Mascarenhas de Moraes, Domingos Ferreira e Beberibe. Já o corredor da Avenida conselheiro Aguiar, que teria a BRT, ficou por fora,pois passou a ser incluído na linha VLT. A preferência deles seria a tão sonhada BRT.


Expandir mais o VLT seria um bom investimento,pois polui menos e ocupa apenas 4 metros da via, o caos que os ônibus causam é pior que o metrô, pois os ônibus não tem tanta segurança, sendo BRT ou não, as câmeras mal ajudam na segurança dos usuários, e as filas nas paradas  por conta do trânsito afetam ainda mais os passageiros que optam por metrô acabando também tendo uma carga enorme de usuários nas linhas, mas, mesmo com todo o tipo de sufoco que temos que enfrentar todos os dias por esses dois transportes públicos, é melhor passar 20 minutos no ar condicionado e no lugar mais reservado do que enfrentar as loucuras diárias na espera dos ônibus de Recife e o congestionamento todos os dias.


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